domingo, 26 de agosto de 2012

Sobre Forças, Fraquezas e Sonhos...


Quanto tempo a gente anda perdendo valorizando coisas sem importância em nossas vidas?
Quanto tempo a gente parou em frente do espelho e ficou se admirando e tentando nos entender? Quem nunca fez isso? Quem nunca achou defeito em si próprio? Quem nunca ficou admirando e pensou:

- Olha como sou bonito! Ou – Nossa como estou diferente!

No final deu aquele sorriso, quem nunca fez isso? A gente até fica pensando e as vezes fica meio pasmo quando nos encaramos de frente ao espelho.

Nossas características positivas são importantes, pois são elas que nos fazem se tornar pessoas melhoras, são elas que fazem nossa beleza transparecer nos lugares que estamos, é elas também que nos caracterizam, Olha como você é legal, bonita, são essas referencias que damos quando nos perguntam de alguém.

Sobre nossos defeitos, devemos ficar contentes por tê-los, pois são características que devemos trabalhá-las ao longo do tempo, há de quem se julgar perfeito e nunca errar em nada. Quem não erra não aprende, quem não aprende é como um livro fechado não tem valor nenhum, não consegue ensinar nada a ninguém.
Nossos sonhos podemos dizer que é essência que nos mantêm vivos, é aquela esperança que nos faz acordar no outro dia e valorizar mais as coisas, lutar mais pelo que queremos sem desistir,  é aquela ultima chama que irradia nossa alma e ainda nos faz crer em muita coisa?

Como você está equilibrando esses 3 fatores? Anda sendo uma pessoa só boa? Anda sendo uma pessoa só com defeitos e não enxerga positividade em nada, e ainda tem coragem de falar que as coisas não dão certo pra você? E seus sonhos? Como estão? O que você está fazendo pra torná-los reais?

Pense, se questione, examine seu consciente, tenho certeza que você tem algo de bom dentro de si, sei também que você tem a vontade de fazer coisas que está com medo nesse momento, mais não desanime, crie aquela coragem, dê aquele primeiro passo,  não tenha medo, confie em você, e para de aproveite bem o Tempo pois se não ele pode ser em vão ou perdido.

Pós ler esse texto ouça: Tempo Perdido do Legião Urbana


Perseverem sempre...

domingo, 12 de agosto de 2012

"Menos de um segundo..."


Ainda continuo muito perplexo com essa semana, parece que um tufão passou nas nossas vidas e foi arrastando e levando tudo que estava á sua frente, e sem olhar pra trás devastou e foi deixando o rastro de muita dor e muita incompreensão,  e sem dar qualquer tempo pra pensar esse tufão continuou seu ciclo e foi devastando ainda mais e continuando seu trajeto.

Hoje era um dia pra estar feliz, pela comemoração do dia dos pais, por estar reunido com minha família, pessoas as quais eu estimo e amo muito, tudo correndo bem, tinha até recebido uma ligação do Fabinho querendo saber se eu tinha preparado alguma coisa para o grupo de hoje no qual iriam os pais de alguns amigos do grupo, tudo correndo bem, e agora quando entrei na internet pra ler alguns emails e ver algo no Facebook me vêm a Carol dando uma noticia triste sobre a morte da mãe da Marcela.

Nesse exato momento muita coisa se passa na minha cabeça, ainda fico pensando nas coisas que ouvi hoje no encontro da Irmã Dilma sobre você reconhecer seu valor, saber enxergar seus defeitos e saber entender seu próximo e de algum modo poder ajudá-lo.  Conversando com um amigo essa semana sobre a morte do Norival, um garoto que trabalhava na mesma empresa que a gente, mais que mantínhamos poucos contatos, discutíamos as teorias e os ensinamentos que a vida vai nos fazendo aprender, as vezes de modo ruim causando perda e uma dor imensurável, ou as vezes proporcionando algo bom, ao qual podemos compartilhar com as pessoas que gostamos.

É difícil ficar falando sobre essas questões referentes à morte, graças ao bom Deus eu nunca perdi alguém que significasse muito pra mim, alguém que me fizesse chorar, alguém que eu fosse muito próximo e que de algum modo causaria uma dor filhodaputa, mais eu tenho certeza que um dia essa hora vai chegar e vou ter que estar preparado pra vivenciar tudo.

Como citei acima esse tufão passou rápido demais essa semana causando transtornos irreparáveis, no começo da semana levou Norival, um jovem que a gente via todo dia na empresa, não tínhamos contatos, mais só de ver a pessoa você cria um laço de algum modo, ainda baqueado com toda a situação somos surpreendidos com a morte do Marinilson, um cara tranquilo que fazia parte da galera que frequentava a CCVN, via direto ele com o pessoal e com sua namorada que mora aqui no quarteirão de casa, ainda discutindo com outros amigos essa perda, até pensamos em vender nossas motos e nos cuidar mais, não facilitando pra que as coisas aconteçam conosco, eis que hoje recebo a noticia de que a mãe da Marcela veio á falecer, prefiro não ficar comentando muito especificamente sobre essa perda, pois meu respeito por ela é grande, nos conhecemos numa dessas comunidades de Orkut por meio da paixão pelo Detonautas e ainda chegamos a trabalhar juntos por pouco tempo e agora convivemos todo dia por estudar na mesma facul e ir na mesma van, de algum modo estou triste por essa dor que ela está sentindo agora.

Mais enfim a morte é a consequência da vida, temos que estar atentos a tudo e estar sempre preparados, por mais que a dor seja insuperável, por mais que tudo pareça ser pior, temos que ter fé em Deus e procurar aproveitar melhor nossos dias vivos, procurar rever conceitos, atitudes, reconhecer erros, perdoar o próximo e valorizar mais as pessoas próximas.

#Luto



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

"Gangorra."


“Três horas da manha e sem sono, já tentei todos os métodos pra tentar dormir mais em vão, agora ouço uma música no player e fica vagando em minha cabeça a letra, logo já faço um paralelo com as situações enfrentadas no cotidiano.

Ainda não é Setembro, mais esse Agosto tá sendo diferente dos demais, cada instante parece uma gangorra, às vezes equilibrado, se esquecendo de tudo, de qualquer sentimento, qualquer dor, e simplesmente só vivendo, mais em muitos momentos alternando entre o mais alto e o mais baixo, muitas das vezes é complexo de se tentar entender as coisas. Por um momento queria poder congelar esse sobe e desce. Congela-lo em um momento pelo qual eu pudesse analisar toda a situação antes de dar o play.

Mais qual seria a graça de talvez tentar congelar a situação e escolher sempre o melhor momento? É o medo de ficar na parte mais baixa? Onde você não sentira seu peso, mais sim o peso de quem está na parte superior ou será o medo de ficar levitando na parte mais alta? E alguma hora você ter a certeza de que tudo irá desabar e de que você depende do esforço de alguém pra estar onde está?

Mais qual a conclusão de tudo? Como tentar equilibrar essa gangorra? Será que vale a pena ficar na parte mais baixa e alguma hora se enjoar do peso que carrega e do esforço que faz? Ou será que vale a pena ficar na parte superior e fugir de esforço algum? Qual a resposta mais adequada pra situação?

Vou apertar o play e ver o que acontece, não quero continuar congelando mais momentos e tornando-os cenas memoráveis, também não posso ficar voltando, se não viro refém de determinada ação e não consigo prosseguir, e é mais errado ainda tentar pular trechos, pois se tentar ir ao final tudo vai acabar e não saberei qual o desfecho que levou á determinada ação.

Talvez agora seja a hora de deixar tudo prosseguir, de modo equilibrado, e prestando atenção em cada detalhe, cada parte que compõe um total, enfim tudo poderia ser menos complicado e mais fácil de se entender do que esse pensamento...”